SECRETARIA
DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA
HOSPITAL
GERAL PRADO VALADARES
24/03/2009
NOTA DE ESCLARECIMENTO HGPV 24/03/2009
A Direção do
Hospital Geral Prado Valadares observa que a 95 FM
através do Programa de Valnei Ribeiro denominado “hora
do povo” que vai ao ar das 8 às 9 horas de segunda a
sexta-feira publicou informações falsas nos últimos dias
envolvendo o nome deste Hospital, considera ainda que a
referida emissora e os repórteres Valnei Ribeiro e
Junior Mascote cometeram
ABUSOS TENTANDO RESGUARDAR NO EXERCÍCIO DA LIBERDADE DE
MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO E INFORMAÇÃO.
A Rádio e os repórteres citado infringiram
principalmente os artigos 16 e 17 da Lei de Imprensa,
além do Código Civil e Constituição Federal, divulgando
notícias falsas e ofendendo a moral pública e os bons
costumes, de acordo com as declarações de que
fornecedores do Hospital Prado Valadares não estavam
recebendo seus recursos financeiros e que este Hospital
estava devendo estes fornecedores.
A Direção do HGPV esclarece ainda que o Hospital Geral
Prado Valadares não tem nenhum contrato com empresas da
região ou de Jequié para fornecimento de gêneros
alimentícios e não avaliza para nenhum fornecedor desta
organização que pratique comércio de produtos com outros
fornecedores de matéria prima ou derivados.
Os fornecedores de empresas prestadoras de serviços para
o HGPV ou para o Estado da Bahia devem firmar seus
contratos com as cláusulas que julgar necessárias no
sentido de proteger o patrimônio de sua empresa e evitar
prejuízos ao comércio e economia local e até mesmo ter
subsídios para acionar judicialmente em caso de
tentativa de golpe, sonegação ou negação de dívida.
A Direção do HGPV orienta ainda que o fórum correto para
requerer direitos e cobrar dívidas é o jurídico, e não a
mídia, como procedera equivocadamente os fornecedores da
Empresa Thadeu Magno da Silva, através de meio de
comunicação da cidade de Jequié, especificamente a 95 FM
no Programa de Valnei Ribeiro.
Este radialista/repórter jogou no ar matéria e
comentários explorando negativamente a imagem da
Organização Hospitalar sem ter a preocupação de
averiguar os fatos junto ao Hospital Geral Prado
Valadares, para saber ou confirmar se a dívida era
realmente do Hospital ou de outrem.
É importante salientar que ao ter seu nome citado e do
Hospital o Diretor Gilmar Vasconcelos ligou para o
programa e não foi dado o acesso a participar, o mesmo
procurou pessoalmente a Rádio 95 FM para esclarecer o
fato, mas não foi dada a oportunidade naquele momento
(quarta-feira 18/03/09).
O repórter explorava intencionalmente o nome do HGPV
atribuindo o Hospital como devedor dos fornecedores,
fazendo ainda declarações ofensivas, chulas, bobas,
absurdas, incongruentes, dúbias, preconceituosas e
desrespeitosas para com a instituição e seus servidores,
mencionando frase e comparação pejorativa, ofendendo,
portanto, a moral pública e, também particular dos
servidores deste Hospital que presta tão relevantes
serviços à comunidade de Jequié e Região.
Na referida quarta-feira ficou marcado com o locutor do
Programa Sr. Valnei Ribeiro que no dia seguinte
(quinta-feira 19/03/09) seria concedido o direito de
resposta, o que não ocorreu, sendo remarcada para a
terça-feira (24/03/09), portanto, 12 dias após as
primeiras declarações infundadas sobre o assunto.
Cabe esclarecer ainda que não é a primeira vez que o
HGPV é atacado levianamente pelo referido meio de
comunicação e o Diretor do HGPV tem enfrentado
dificuldades para obter o direito de resposta
assegurando pela legislação vigente e quando é dado o
áudio dos microfones são cortados quando é dito algo que
não seja do interesse do radialista, como ocorreu hoje
durante a tentativa do Diretor responder e tentar
corrigir as ofensas feitas ao HGPV e aos servidores da
casa pelo Sr. Valnei Ribeiro.
Somente no dia 24/03/09 é que a forma do radialista
referir e atribuir a responsabilidade da dívida foi
direcionada para quem de fato e de dever, que é da
Empresa Thadeu Magno da Silva, sendo declarado pelos
próprios fornecedores que em momento algum eles atribuía
culpa ao Hospital ou à sua Direção.
O representante da Empresa Nutricau (fornecedora da TMS)
tentou atribuir responsabilidade de omissão ao Diretor
do HGPV, mas o mesmo informou que não foi omisso em
momento algum já que todas as medidas legais foram
tomadas atendendo os trâmites previstos nas cláusulas
contratuais, visto que notificou a empresa TMS por duas
vezes, deu prazos para sanar os problemas, solicitou da
SESAB a aplicação de multa ao fornecedor, e
posteriormente solicitou a quebra do contrato baseado no
acompanhamento da execução do contrato e na legislação
pertinente.
O Diretor informou ainda que é solidário aos
fornecedores que têm dinheiro a receber da Empresa TMS,
mas que o HGPV não é responsável pelas dívidas, pois
cabe às mesmas entrarem com processos judiciais para
cobrar o que lhes é de direito.
O jornalista da 95 FM Junior Mascote em seu blog
publicou nota na
quinta-feira 19 de março de 2009 às 18:56, com título:
“FORNECEDORES
QUEREM DINHEIRO” com a fotografia do Radialista Valnei
Ribeiro, no endereço da internet
http://juniormascote.spaceblog.com.br/322761/FORNECEDORES-QUEREM-DINHEIRO/
o qual diz o seguinte: “Na terça feira dia 24 de março, os
fornecedores do Hospital Prado Valadares estarão no
programa “A Hora do Povo”, que vai ao ar as 8 da manhã
na 95 FM, também estará presença o Diretor da unidade
hospitalar, Gilmar Vasconcelos. Através de um documento
enviado pelos fornecedores, eles alegam que estão a
vários meses sem receber o pagamento por conta de uma
empresa terceirizada que fornece a alimentação para o
HPV, a divida estaria em 300 mil reais. A direção do
Hospital alega que o contrato da empresa é com a
Secretaria de Saúde do Estado. Os fornecedores querem
uma explicação. O debate promete ser quente...”.
Diante do exposto
pelo repórter da 95 FM Junior Mascote fica evidenciada a
intenção dos citados radialistas de atribuir ao HGPV uma
responsabilidade pelos débitos da Empresa TMS,
comprovando também a infração aos artigos citados da lei
de imprensa, já que o repórter anuncia na referida rádio
o endereço do seu blog para que as pessoas acessem e
tenham as matérias em meio magnético e escrito.
Portanto está
explícita a forma leviana em que o nome do Hospital
Geral Prado Valadares foi tratado, cabendo aqui a tomada
de providências judiciais para imputar responsabilidade
cível, crime e penal, de acordo com a lei, ao tempo em
que vem a público pedir o apoio da Promotoria Pública
para coibir esse tipo de conduta errada de pessoas que
não tem ética profissional.
Respeitosamente,
Gilmar Vasconcelos
Diretor do Hospital Geral Prado Valadares
Jequié - Bahia