SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA

HOSPITAL GERAL PRADO VALADARES

 

26 de agosto de 2008

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO HOSPITAL GERAL PRADO VALADARES

O Diretor do Hospital Geral Prado Valadares esclarece à população o que se segue; sobre as hipóteses e especulações relacionadas aos preparativos para transferência e causas do óbito do paciente Jorge Alberto Carvalho Matos, 44 anos, vítima de acidente automobilístico na BR-116 no dia 23/08/08, quando fazia escolta do Secretário de Segurança Pública do Estado da Bahia. O Hospital Geral Prado Valadares através da Coordenadora Geral de Enfermagem que respondia pela instituição na ausência do Diretor que estava participando do Curso de Especialização em Gestão Hospitalar em Salvador promovido pela SESAB, prestou a melhor assistência ao paciente na Unidade com equipe multiprofissional e disponibilizou todos os equipamentos necessários à complementação do aparato (Bomba de Infusão, Cilindro de Oxigênio com Fluxômetro e Ambu) para equipar o helicóptero que serviu de transporte, além dos medicamentos necessários ao uso na viagem, assim como a Secretaria Municipal de Saúde através do SAMU cedeu Monitor Cardíaco, Ventilador Mecânico portátil e Oxímetro. De acordo com a Coordenadora de Enfermagem a mesma recebeu o equipamento Desfibrilador da equipe que estava no helicóptero pelo fato de já ter sido providenciado outro equipamento do SAMU disponibilizado pelo Dr. Cabral. Com relação a atrasos nos procedimentos de transferência cabe esclarecer as causas, assim como a causa do óbito do paciente em Salvador ocorrido no Hospital Geral do Estado às 23h45min do dia 23/08/08. Esse tipo de caso não é resolvido no HGPV porque não existe Médico Neurocirurgião na Região. Não faltam equipamentos adequados na UTI do HGPV, os Ventiladores Mecânicos são considerados ideais e se faz até hemodiálise na UTI do HGPV quando é necessário, pois dispõe de uma máquina para isto, a equipe é completa e atende às determinações do Ministério da Saúde. Esclarece ainda que não se tem a intenção de minimizar responsabilidades e tampouco criticar profissionais da imprensa, os quais são livres para o exercício de sua profissão.