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A
Medicina intensiva
é a especialidade
médica
que presta
suporte avançado de vida
à pacientes com desarranjo agudo de alguma função vital. Surgiu na
década de 60, com o advento da cirurgia cardíaca e dos cuidados
especiais com doentes coronarianos, inicialmente para prestar
assistência específica aos doentes cardíacos no pós-operatório de
grandes cirurgias, com grande risco de morte. O pressuposto
fundamental da especialidade é monitorizar as funções orgânicas e
perceber alterações em fases iniciais, intervindo de forma decisiva
no prognóstico dos doentes graves, anteriormente com pouca ou
nenhuma chance de sobrevivência.
Posteriomente, além da monitorização cardíaca foram introduzidos
novos meios tecnológicos, como oximetria, monitorização
hemodinâmica, monitorização da pressão intra-craniana, e outros
procedimentos invasivos ou não que permitem uma ampla avaliação em
tempo real das funções orgânicas e intervenções antes inviáveis.
Com o
desenvolvimento da medicina intensiva, outros grandes grupos de
doentes, neurocirugicos, renais crônicos, pneumopatas, foram sendo
inseridos no escopo da especialidade, e atualmente todos os doentes
em estado grave ou com risco de complicações devem ser em principio
tratados em unidades de terapia intensiva.
Fonte: adaptado de
wikipédia
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